Não é uma pesquisa sobre estilo favorito, nem uma disputa de rótulos. É um estudo profundo sobre comportamento, ocasião, percepção de valor, experiência, preço, moderação, bebidas sem álcool e, principalmente, sobre pessoas.
Dados que tiram o mercado do escuro
A edição de 2023 já trouxe um choque de realidade importante. Mulheres bebem cerveja. Muitas. O problema não está no paladar, mas nas barreiras criadas pelo próprio mercado: comunicação pouco acolhedora, falta de linhas de entrada acessíveis, ambientes pouco convidativos e decisões tomadas mais por achismo do que por dado.
Agora, a edição 25/26 aprofunda ainda mais esse olhar. O formulário foi redesenhado, ganhou blocos mais claros, perguntas mais objetivas e uma mudança crucial: idade exata, permitindo análises geracionais muito mais precisas. Isso ajuda a responder uma dúvida que ronda todo o setor: a geração Z está bebendo menos… e isso está influenciando o restante do mercado?
Além disso, entram com mais força temas como consumo responsável, doses semanais, RTDs, cervejas sem álcool e comparação direta com outras bebidas. Tudo isso organizado com apoio de ferramentas de IA para cruzamento de dados, sem perder o olhar humano na interpretação.
Por que a Stannis está envolvida nisso?
A Cervejaria Stannis acredita que fazer cerveja boa não é só dominar o processo. É entender contexto, pessoas e comportamento. Por isso, somos parceiros históricos dessa pesquisa e seguimos apoiando sua evolução.
Investimos de forma consistente em cervejas sem álcool, em experiências mais inclusivas, em ambientes que convidam e não intimidam, e em decisões baseadas em dados reais. Participar dessa pesquisa é garantir que o crescimento da artesanal seja mais responsável, mais diverso e mais conectado com a realidade brasileira.
Ao lado de apoiadores como o SINDICERV, que representa a maior parte da produção nacional, o projeto se mantém independente, acessível e tecnicamente sólido. O objetivo é simples e poderoso: devolver para o mercado dados que ajudam a tomar decisões melhores em toda a cadeia.
Não é só sobre cerveja. É sobre experiência e pertencimento.
O mercado mudou. O hype dos estilos ultraextremos deu lugar a novas buscas: experiência, comunidade, pertencimento, moderação. Taprooms viraram espaços de convivência. O dono da cervejaria virou gestor de entretenimento. Trivia, corrida, eventos, comida bem pensada, ambientes familiares e públicos mais diversos passaram a fazer parte do jogo.
Sem entender quem está do outro lado do copo, nenhuma dessas decisões se sustenta no longo prazo.
Se você bebe cerveja, essa pesquisa é sobre você
Não importa se é artesanal, mainstream, sem álcool, latão do mercado ou chope no bar. Essa pesquisa não é elitista, nem técnica demais. Ela existe para mapear o comportamento real do consumidor brasileiro, do jeito que ele é.
Responder é um ato coletivo. É contribuir para que o mercado pare de operar no escuro. Para que mais mulheres sejam consideradas. Para que mais jovens sejam entendidos. Para que o consumo responsável seja tratado com maturidade. Para que a cerveja artesanal continue evoluindo sem perder conexão com as pessoas.
📅 A pesquisa fica no ar de 12 de janeiro de 2026 até 13 de fevereiro de 2026, encerrando na sexta-feira de Carnaval.
Se você acredita que a cerveja artesanal brasileira pode ser melhor, mais diversa e mais consciente, responda e compartilhe. O futuro do setor passa, literalmente, pelas suas respostas. 🍻